''I'm' still smillig as th eday goes bu ande how come no body ever knows the reasons why?'' -P.O.D.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
P.O.D Biográfia (minha banda preferida)
P.O.D. é uma banda cristã de new metal dos Estados Unidos formada em San Diego, Califórnia, em 1992. A sigla P.O.D. significa Payable On Death (literalmente, em português, Pagável na Morte). É um termo técnico muito usado em bancos nos EUA quando uma pessoa morre alguém herda seus bens. É necessário que uma pessoa morra para alguém herdar. Isso é uma referência da banda a Jesus Cristo, que segundo o cristianismo morreu por nós, pagando e perdoando nossos pecados, dando-nos a chance de sermos salvos.
A banda mistura muitos elementos em sua música tal como hardcore, hard rock, hip hop,reggae e batidas de new metal.
integrantes: Sonny, Wuv ,Traa ,e Jason Truby.
A banda mistura muitos elementos em sua música tal como hardcore, hard rock, hip hop,reggae e batidas de new metal.
integrantes: Sonny, Wuv ,Traa ,e Jason Truby.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Minhas Memórias
Minhas memórias
Quando eu era pequena, adorava aprontar: subir em mesas de vidro,pregar meu pé no chão,ou minha mão.Mas a minha maior arte foi descer as escadas com minhas irmã recém-nascida.Vou contar esta história desde o começo.
Era um dia nublado,e chato,a minha mãe ia chegar da maternidade,e eu estava muito animada pra ver minha nova irmãzinha.Eu ouvi um barulho de buzina de carro,olhei pela janela , minha mãe esta saindo do carro com minha irmã no colo.Possou alguns minutos depois ,a minha mãe deixou eu e meu vô com a minha irmã.De repente ,um amigo do meu avô aparece la em casa e pede pra ela descer ,por que precisava falar com ele,meu vô ,foi,e me deixou sozinha com minha irmãzinha.Eu querendo mostrar minha irmã para o amigo do meu avô ,inventei de descer as escadas com ela, a sorte que minha vó ouviu a minha irmãzinha chorando,e foi ver o que era ,ai ela se deparou comigo descendo as escadas ,com minha irmã no colo .Nem sei o que seria da minha irmã se eu tivesse descido as escadas.
Por enquanto é só,valeu!
Te amo!
Quando eu era pequena, adorava aprontar: subir em mesas de vidro,pregar meu pé no chão,ou minha mão.Mas a minha maior arte foi descer as escadas com minhas irmã recém-nascida.Vou contar esta história desde o começo.
Era um dia nublado,e chato,a minha mãe ia chegar da maternidade,e eu estava muito animada pra ver minha nova irmãzinha.Eu ouvi um barulho de buzina de carro,olhei pela janela , minha mãe esta saindo do carro com minha irmã no colo.Possou alguns minutos depois ,a minha mãe deixou eu e meu vô com a minha irmã.De repente ,um amigo do meu avô aparece la em casa e pede pra ela descer ,por que precisava falar com ele,meu vô ,foi,e me deixou sozinha com minha irmãzinha.Eu querendo mostrar minha irmã para o amigo do meu avô ,inventei de descer as escadas com ela, a sorte que minha vó ouviu a minha irmãzinha chorando,e foi ver o que era ,ai ela se deparou comigo descendo as escadas ,com minha irmã no colo .Nem sei o que seria da minha irmã se eu tivesse descido as escadas.
Por enquanto é só,valeu!
sexta-feira, 22 de julho de 2011
As cocadas
22/07/2011
As Cocadas
Eu devia ter nesse tempo dez anos. Era menina prestimosa e trabalhadeira à moda do tempo.
Tinha ajudado a fazer aquela cocada. Tinha areado o tacho de cobre e ralado o coco. Acompanhei rente à fornalha todo o serviço, desde a escumação da calda até a apuração do ponto. Vi quando foi batida e estendida na tábua, vi quando foi cortada em losangos. Saiu uma cocada morena, de ponto brando atravessada de paus de canela cheirosa. O coco era gordo, carnudo e leitoso, o doce ficou excelente. Minha prima me deu duas cocadas e guardou tudo mais
numa terrina grande, funda e de tampa pesada. Botou no alto da prateleira.
Duas cocadas só... Eu esperava quatro e comeria de uma assentada oito, dez, mesmo. Dias seguidos namorei aquela terrina, inacessível. De noite, sonhava com as cocadas. De dia as cocadas dançavam pequenas piruetas na minha frente. Sempre eu estava por ali perto, ajudando nas quitandas, esperando, aguando e de olho na terrina.
Batia os ovos, segurava gamela, untava as formas, arrumava nas assadeiras, entregava na boca do forno e socava cascas no pesado
almofariz de bronze.
Estávamos nessa lida e minha prima precisou de uma vasilha para bater um pão-de-ló. Tudo ocupado. Entrou na copa e desceu a terrina, botou em cima da mesa, deslembrada do seu conteúdo. Levantou a tampa e só fez: Hiiii... Apanhou um papel pardo sujo, estendeu no chão, no canto da varanda e despejou de uma vez a terrina.
As cocadas moreninhas, de ponto brando, atravessadas aqui e ali de paus de canela e feitas de coco leitoso e carnudo guardadas ainda mornas e esquecidas, tinham se recoberto de uma penugem cinzenta, macia e aveludada de bolor.
Aí minha prima chamou o cachorro: Trovador... Trovador... e veio o Trovador, um perdigueiro de meu tio, lerdo, preguiçoso, nutrido, abanando a cauda. Farejou os doces sem interesse e passou a lamber, assim de lado, com o maior pouco caso.
Eu olhando com uma vontade louca de avançar nas cocadas. Até hoje, quando me lembro disso, sinto dentro de mim uma revolta – má e dolorida - de não ter enfrentado decidida, resoluta, malcriada e cínica, aqueles adultos negligentes e partilhado das cocadas bolorentas com o cachorro.
Cora Coralina
Tinha ajudado a fazer aquela cocada. Tinha areado o tacho de cobre e ralado o coco. Acompanhei rente à fornalha todo o serviço, desde a escumação da calda até a apuração do ponto. Vi quando foi batida e estendida na tábua, vi quando foi cortada em losangos. Saiu uma cocada morena, de ponto brando atravessada de paus de canela cheirosa. O coco era gordo, carnudo e leitoso, o doce ficou excelente. Minha prima me deu duas cocadas e guardou tudo mais
numa terrina grande, funda e de tampa pesada. Botou no alto da prateleira.
Duas cocadas só... Eu esperava quatro e comeria de uma assentada oito, dez, mesmo. Dias seguidos namorei aquela terrina, inacessível. De noite, sonhava com as cocadas. De dia as cocadas dançavam pequenas piruetas na minha frente. Sempre eu estava por ali perto, ajudando nas quitandas, esperando, aguando e de olho na terrina.
Batia os ovos, segurava gamela, untava as formas, arrumava nas assadeiras, entregava na boca do forno e socava cascas no pesado
almofariz de bronze.
Estávamos nessa lida e minha prima precisou de uma vasilha para bater um pão-de-ló. Tudo ocupado. Entrou na copa e desceu a terrina, botou em cima da mesa, deslembrada do seu conteúdo. Levantou a tampa e só fez: Hiiii... Apanhou um papel pardo sujo, estendeu no chão, no canto da varanda e despejou de uma vez a terrina.
As cocadas moreninhas, de ponto brando, atravessadas aqui e ali de paus de canela e feitas de coco leitoso e carnudo guardadas ainda mornas e esquecidas, tinham se recoberto de uma penugem cinzenta, macia e aveludada de bolor.
Aí minha prima chamou o cachorro: Trovador... Trovador... e veio o Trovador, um perdigueiro de meu tio, lerdo, preguiçoso, nutrido, abanando a cauda. Farejou os doces sem interesse e passou a lamber, assim de lado, com o maior pouco caso.
Eu olhando com uma vontade louca de avançar nas cocadas. Até hoje, quando me lembro disso, sinto dentro de mim uma revolta – má e dolorida - de não ter enfrentado decidida, resoluta, malcriada e cínica, aqueles adultos negligentes e partilhado das cocadas bolorentas com o cachorro.
Cora Coralina
terça-feira, 19 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
Gênero memórias
Gênero Memória
O gênero literário conhecido como memórias compreende, além dos dados pessoais e biográficos, valiosos depoimentos históricos em que se registram fatos políticos e sociais, paisagens, costumes e tendências artísticas.
Dá-se o nome de memórias ao gênero literário em que o autor, quase sempre em prosa, relata o que recorda, tanto de sua vida como dos acontecimentos marcantes do contexto em que ela transcorreu. As memórias têm como centro de interesse o próprio memorialista e são, por isso, trabalho fronteiriço com a autobiografia, o diário e as confissões.
Na antiguidade clássica, anteciparam o gênero o grego Xenofonte, no século IV a.C, com suas Memórias de Sócrates, e o imperador romano Júlio César, nos séculos II-I a.C., com um relato político-biográfico intitulado Comentários. Nesse plano dos que ainda não apresentavam os traços peculiares ao gênero.
No século XVII, foram francesas as maiores contribuições nesse campo. No século XVIII o gênero já encontra representantes legítimos. Repletas de informações históricas, as memórias desta época constituem importante fonte para os pesquisadores. Já na Itália, o gênero assume linha mais próxima da autobiografia
Memórias - Gênero Literário
O gênero literário conhecido como memórias compreende, além dos dados pessoais e biográficos, valiosos depoimentos históricos em que se registram fatos políticos e sociais, paisagens, costumes e tendências artísticas.
Dá-se o nome de memórias ao gênero literário em que o autor, quase sempre em prosa, relata o que recorda, tanto de sua vida como dos acontecimentos marcantes do contexto em que ela transcorreu. As memórias têm como centro de interesse o próprio memorialista e são, por isso, trabalho fronteiriço com a autobiografia, o diário e as confissões.
Na antiguidade clássica, anteciparam o gênero o grego Xenofonte, no século IV a.C, com suas Memórias de Sócrates, e o imperador romano Júlio César, nos séculos II-I a.C., com um relato político-biográfico intitulado Comentários. Nesse plano dos que ainda não apresentavam os traços peculiares ao gênero.
No século XVII, foram francesas as maiores contribuições nesse campo. No século XVIII o gênero já encontra representantes legítimos. Repletas de informações históricas, as memórias desta época constituem importante fonte para os pesquisadores. Já na Itália, o gênero assume linha mais próxima da autobiografia
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